segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Fonte do Bastardo soma e segue na perseguição ao líder

Realizou-se no passado fim-de-semana a 8ª jornada da 1ª Fase da 1ª Divisão Nacional Masculina.


A Associação de Jovens da Fonte do Bastardo voltou a somar três pontos e continua a ocupar o 2º lugar na classificação, agora com 21 pontos, a 3 do líder SL Benfica.

A jogar pelo segundo fim-de-semana consecutivo em casa, os Açorianos venceram com relativa facilidade a AA Espinho pela margem máxima, 3-0, com os parciais de 25-18, 25-14 e 25-22.

No próximo fim-de-semana há jornada dupla: no Sábado deslocação a Matosinhos para defrontar o Leixões SC e no Domingo deslocação a São Mamede de Infesta para defrontar a formação local.

Resultados da jornada:
8ª Jornada – 14/11/2015
GC Vilacondense 2x3 Esmoriz GC (26-28 / 25-21 / 33-31 / 21-25 / 13-15)
Vitória SC 3x2 CA Madalena (18-25 / 25-21 / 25-19 / 22-25 / 15-13)
AA São Mamede 1x3 SC Espinho (20-25 / 22-25 / 25-23 / 21-25)
SL Benfica 3x1 SC Caldas (25-20 / 25-27 / 25-16 / 25-19)
Leixões SC 0x3 Castêlo da Maia GC (18-25 / 24-26 / 14-25)
AJ Fonte do Bastardo 3x0 AA Espinho (25-18 / 25-14 / 25-22)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

À Conversa com... António Brilhante

Estivemos à conversa com António Brilhante, técnico da equipa Sénior Feminina do Clube Kairós, que nos falou do balanço da época passada, das perspectivas para a época que se avizinha e deixando ainda uma mensagem aos nossos leitores.
Que balanço faz do Campeonato realizado pela sua equipa na época transata?
Pese embora não termos atingido o objetivo da subida, podemos considerar como tendo sido uma época positiva, ganhamos quase tudo: a fase regional, a fase insular contra o Madeira, e a 1º mão da final, faltou apenas e só vencer o 4º set do 2º jogo da Final. Portanto globalmente positiva.

O que faltou para a conquista do título?
Por muito que se trabalhe, falta sempre alguma coisa, naquele caso específico, o facto de algumas atletas, no jogo decisivo, terem estado abaixo daquilo que se esperava.

Quais as principais dificuldades que sentiu ao longo da época?
As dificuldades normais, numa equipa com atletas profissionais e outras não, a pouca competitividade na 1ª fase, alguma acomodação pelo facto de não haver competição direta interna, em algumas posições fundamentais da equipa.

Que Achou desta Zona Açores? Destaques Positivos/Negativos?
A Zona Açores é aquilo que temos, não vale a pena estarmos a lamentar-nos. É uma competição com poucas equipas com desníveis acentuados nos aspetos técnicos, táticos e consequentemente competitivos, reflexo natural do trabalho assimétrico fruto dos objetivos, disponibilidade e formas de estar nesta competição.

Quais os objetivos para a presente época? Sonha com o título?
O Clube e a sua Direção entendem que os objetivos devem ser os mesmos, isto é ganhar todas as fases da competição, ser campeã e subir de divisão. Se não sonhasse, não andava cá. Será mais uma vez um objetivo difícil de alcançar, porque resulta de um conjunto de fatores que deverão estar todos em sintonia, nos 2 jogos da final, o que infelizmente não tem acontecido nos últimos anos. Mas não vamos desistir, antes pelo contrário, vamos lutar com tudo o que temos para consegui-lo, sabendo que há outros clubes na competição que estão legitimamente com os mesmos objetivos.

Tem o plantel que deseja para atacar esta nova época?
Temos o plantel possível, dentro das disponibilidades financeiras do clube e pessoais das atletas e técnicos. É um grupo com muitas atletas novas, mas que até aqui têm desenvolvido um trabalho com qualidade. Esperamos que seja suficiente para atingirmos o objetivo, mas isto só lá mais para frente é que iremos ter mais certezas, por agora, ficamos pelas expectativas e muita esperança nas melhores prestações que a equipa possa vir a realizar.

Quais as principais alterações no seu plantel da época passada para esta época?
Como disse na pergunta anterior, temos muitas jogadoras novas, não só pela idade, mas também por estarem pela 1º vez na equipa. Tentamos ser mais criteriosos na escolha das atletas profissionais. Do ano anterior mantivemos apenas a Ana Silva, trouxemos uma nova distribuidora, uma nova central e uma nova atleta Zona 4.
Das 3, a central é a mais experiente, teve no projeto do Ribeirense, foi 3 vezes campeã nacional, já conhece o meio e a cultura açoreana. As outras vêm pela primeira vez para portugal, mas têm se adaptado bem. Das Açoreanas, subiram pela idade 3 atletas das juniores, 2 já trabalharam nas séniores no ano passado. Continuamos a apostar em atletas jovens, e vamos ter +2 com idade junior a trabalhar com as seniores. Se juntarmos os regressos de uma distribuidora e uma libero e acrescentarmos as 4 que se mantêm dos anos anteriores, temos o plantel possível. Quero também registar que temos um reforço para a equipa técnica (ex-treinador campeão pelo Ribeirense)

Na abertura do Campeonato a sua equipa recebe o Santa Cruz. O que espera deste jogo? O factor casa será determinante neste encontro?
Espero um jogo competitivo, entre duas equipas que se apresentam com os mesmos objetivos. No voleibol, o fator casa não costuma ser determinante, mas ajuda sempre e neste caso queremos aproveitar esta situação.

Muitos apontam a sua equipa e o Santa Cruz como os principais candidatos. Concorda ou acrescentaria mais alguma equipa a este lote?
Partem todas em igualdade de circunstâncias, Há as equipas que não têm receio e assumem desde o início e de forma clara quais os seus objetivos e neste caso nós e a equipa da Graciosa, já o fizemos. Outras há, que não o fazem, pelo que só com decorrer dos jogos poderemos ter uma ideia concreta sobre o valor e as pretensões de cada um dos participantes.

Uma mensagem aos leitores do nosso blog e amantes da modalidade.
Aproveitem este espaço para dar maior visibilidade ao nosso voleibol, coisa que nos meios de comunicação convencionais, infelizmente não acontece.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

À Conversa com... Donzília Bertão do Ó

Estivemos à conversa com Donzília Bertão do Ó que, depois de na época passa ter estado como treinadora adjunta/atleta, assume agora o comando principal da equipa Sénior Feminina da Associação de Jovens da Fonte do Bastardo. A mesma nos falou do balanço da época passada, das perspectivas para a época que se avizinha e do que se torna necessário para o desenvolvimento da modalidade na Ilha Terceira.
Que balanço faz do Campeonato realizado pela sua equipa na época transata?
Faço um balanço positivo, o objectivo proposto na época passada era a manutenção na Zona Açores, conseguimos um terceiro lugar e duas vitórias ao segundo classificado, logo, o objectivo foi claramente alcançado.

Quais as principais dificuldades que sentiu ao longo da época?
Na época transacta não assumi a equipa como treinadora principal, era treinadora adjunta/atleta, no entanto, o aparecimento de algumas lesões no plantel foi uma das grandes dificuldades sentidas o que nos levou por vezes a ter que adaptar a equipa de um modo geral e algumas atletas a uma posição diferente daquelas a que estavam habituadas, mas como somos quase como uma família esses pequenos problemas foram ultrapassados com alguma naturalidade.

Que avaliação faz da evolução da sua equipa nestes últimos dois anos?
Ao longo destes anos o clube é claro quanto ao não apostar em atletas estrangeiras e dar ênfase às atletas que cresceram no Clube e fizeram toda a sua formação lá. Desde à dois anos até hoje temos apostado em miúdas juniores, tendo elas presença assídua no seis inicial, conseguindo mesmo assim bons resultados no fim do campeonato, o que nos tem que deixar felizes, demonstrando assim que o trabalho feito na nossa formação está a dar frutos.

Que Achou desta Zona Açores? Destaques Positivos/Negativos?
Começo pelos negativos, no meu ponto de vista penso que o campeonato é curto demais e não acho que seja benéfico jogarmos apenas de 15 em 15 dias, seria importante ainda, que os jogos do domingo pudessem ser mais tarde, o que seria importantíssimo no descanso que as atletas necessitam, o jogar mais tarde no domingo possibilitaria uma maior afluência de pessoas ao pavilhão.
Acho positivo a possibilidade que este campeonato dá às atletas, principalmente as mais novas, de poderem tentar um nível mais alto, caso que aconteceu com a nossa atleta dos escalões de formação, Fabíola Simões, que tem idade ainda de júnior e joga esta época na primeira divisão no Clube Desportivo Ribeirense.

Quais os objetivos para a época que se avizinha?
Temos como principais objectivos a manutenção, no entanto não deixaremos de lutar pela melhor classificação possível.

Tem o plantel que deseja para atacar esta Zona Açores?
Temos o plantel que é possível ter, é muito semelhante ao do ano passado e apresenta muita qualidade, estamos a trabalhar muito bem, penso que temos a qualidade suficiente para conseguir cumprir com os objectivos delineados.

Para a primeira jornada do Campeonato, a sua equipa tem agendado um derby diante da ADRE Praiense. Este será o ponto máximo de motivação para o início de temporada? Ou preferia outro adversário?
Como disse anteriormente a equipa encontra-se a trabalhar muito bem, trabalhamos no sentido de fazer frente a todas as equipas, todos os jogos são difíceis, por isso para nós é-nos indiferente apanhar nas primeiras jornadas a ADREP ou outra equipa qualquer do campeonato.

Na sua opinião quais os principais candidatos à conquista desta Zona Açores?
O Clube Kairós assume claramente que o seu objectivo é a subida, inclusivamente já o tentam a algumas épocas, penso que esta época não será diferente, tanto o Clube Kairós como o Santa Cruz Sport Clube contrataram estrangeiras pelo que penso que será dividido entre as duas equipas.

O que se torna necessário para o desenvolvimento do Voleibol na ilha Terceira?
O desenvolvimento do voleibol terceirense peca, acima de tudo pela carência de dois fatores:
Em primeiro lugar a falta de competição, problema transversal à restante Região (Açores). Com efeito o número de jogos feitos pelas nossas equipas que possam dar a competitividade necessária aos nossos atletas são poucos, comparados com aquilo que se verifica noutros pontos do país.
Em segundo lugar temos o problema da passagem dos atletas da fase de iniciação, nomeadamente das Escolinhas do Desporto, para a realidade da competição federada. A capacidade que os Clubes têm de "absorver" as crianças vindas deste projeto são limitadas e a não existência de mais Clubes que o possam fazer limita o desenvolvimento da modalidade, quer quantitativa como qualitativamente.

Para terminar uma mensagem aos leitores e amantes da modalidade.
Compareçam mais nos nossos pavilhões para assistirem a jogos de voleibol, é importantíssimo esse factor para o desenvolvimento da modalidade, quero ainda desejar a todos uma excelente época desportiva, onde existe uma bola de voleibol, existe felicidade.

Challenge Cup: Fonte do Bastardo lutou mas não conseguiu contrariar jogo adversário

A Associação de Jovens da Fonte do Bastardo entrou com o pé esquerdo nas Competições Europeias.

Ontem, os açorianos perderam, em Itália, com o Calzedonia Verona por 0-3, com os parciais de 21-25, 20-25 e 13-25, num jogo em que o central João José se cotou como o melhor pontuador, com 11 pontos (10 ataques e 1 bloco).
Contudo, o bloco alto e serviço adversário acabaram por fazer a diferença, sendo um factor determinante para os da casa.

Os comandados de Alexandre Afonso têm de vencer o jogo da segunda mão da 2ª Ronda da Challenge Cup por 3-0 ou 3-1 (e ainda o Golden Set) para poder passar aos 16 avos-de-final da competição organizada sob a égide da Confederação Europeia de Voleibol (CEV).

O jogo da 2ª mão está agendado para o dia 18 de Novembro (20h30 locais) na Praia da Vitória, Açores, e será arbitrado pelo belga Bart Frigne e pela alemã Janita Richter.

Se passarem aos 16 avos-de-final, os vice-campeões nacionais terão de enfrentar uma equipa saída da Taça CEV: o derrotado do Landstede Zwolle (Holanda) x Lausanne VC (Suíça).

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

À Conversa com... Paulo Cunha

Estivemos à conversa com Paulo Cunha, técnico da equipa de Séniores Femininos do Santa Cruz Sport Clube, que nos falou do balanço da época passada, das suas perspectivas para a época que se avizinha e do que se torna necessário para o desenvolvimento da modalidade na Ilha da Graciosa.
Que balanço faz do Campeonato realizado pela sua equipa na época transata?
O balanço na época transacta foi positivo pois conseguimos alcançar o 4º lugar somente com jogadoras graciosenses e quase todas da nossa formação.

Quais as principais dificuldades que sentiu ao longo da época?
Principalmente a falta de atletas no plantel muito porque as jovens seguem os estudos para a universidade fora da ilha, e as viagens aéreas que para fazer 2 jogos muitas vezes temos que ter mais gastos nas estadias que outras equipas.

Que avaliação faz da evolução da sua equipa nestes últimos dois anos?
A evolução tem sido muito positiva pois andamos sempre nos 4 primeiros lugares com muito trabalho e com muitas atletas da formação.

Que Achou desta Zona Açores?
Na minha opinião tem sido sempre uma divisão equilibrada mas que existe sempre uma ou outra equipa que tem objectivos de subir a 1ª divisão que fazem a diferença, e as restantes são muito equilibradas e lutam jogo a jogo pelos seus objectivos.

Destaques Positivos/Negativos?
A prova em si tem o seu valor, bem organizada, mas um dos aspectos menos positivos será exigir fazer jornada dupla em menos de 24 horas, pois o desgaste é muito, em que muitos jogos têm uma duração de 2 horas, o que é difícil para um plantel curto e limitado como o nosso. Também a divulgação nos meios de comunicação não são dados da mesma forma como o futebol ou outra modalidade, o que só prova que não existe o devido reconhecimento pelo desporto feminino e pela divisão que estamos, pois no nosso caso somos o desporto que um dia poderá sonhar em alcançar o topo nacional para a ilha.

Quais os objetivos para a presente época?
Os nossos objectivos serão sempre lutar jogo a jogo e no fim ficar na melhor posição da tabela. É óbvio que sonhamos com o titulo novamente mas sabemos que vai ser difícil, no entanto vamos dar luta.

Tem o plantel que deseja para atacar esta nova época?
O nosso plantel está forte mas limitado em número de atletas, com a junção de qualidade, experiência e juventude lutaremos para alcançar os objectivos pessoais e colectivos.

Quais as principais alterações no seu plantel da época passada para esta época?
Todos os anos entram e saem atletas da formação por muitos de estudos. Este ano as novidades são 2 atletas vindas do Brasil e 3 das juniores.

Na abertura do Campeonato a sua equipa desloca-se ao reduto do Clube K. O que espera deste jogo?
Tenho noção da qualidade e das dificuldades que iremos encontrar contra o Clube K. Sei que é uma equipa forte e constituída por atletas altas e tecnicamente fortes, mas a nossa equipa também tem argumentos para dar luta ponto a ponto. Julgo que vão ser bons jogos, bom espectáculo para quem for ver, será positivo para a modalidade e para a prova A2 Série Açores.

É o começo que desejava?
O nosso desejo é começar bem ganhando, mas estamos tranquilos, pois a nossa longa experiência é o suficiente para analisar as dificuldades e ultrapassar as mesmas.

A sua equipa contou com alguns reforços de peso e muitos a consideram como favorita ao título a par com o Clube K. Considera-se como tal ou acrescentaria mais alguma equipa este lote?
Fomos buscar ao mercado o que estava dentro das nossas possibilidades financeiras mas claro com valor para fazer da nossa equipa uma equipa forte e com personalidade dentro e fora de campo. Como já afirmei o plantel é curto e vamos ver o que vai acontecer com o decorrer da prova, pois temos mais duas possíveis contratações dentro do mercado açoriano. Uma coisa é certa a nossa aposta é racional e consciente das nossas possibilidades e objectivos.

O que se torna necessário para o desenvolvimento do Voleibol na Ilha da Graciosa?
O voleibol da graciosa tem muitos anos e existe competência nas pessoas envolvidas na modalidade, desde dos treinadores, dirigentes e atletas, somos formados e responsáveis, sabemos trabalhar para melhorar de forma contínua a modalidade e não pensamos só nos resultados imediatos. A prova do nosso trabalho está nos vários campeonatos ganhos em vários escalões de formação e o bi-campeonato na A2 Série Açores. Em sete anos na Série Açores alcançamos duas vezes o 1º lugar, duas vezes o 2º lugar, duas vezes o 3º lugar e uma vez o 4º lugar, como podem concluir andamos sempre com objectivos fortes e concretos e assim vai continuar.

Uma mensagem aos leitores do nosso blog e amantes da modalidade.
Quero deixar uma mensagem de parabéns pela sua iniciativa do blog em prol da divulgação do voleibol, e para os leitores uma palavra especial da minha experiência, para que façam do voleibol e do desporto um modo de vida saudável e de crescimento pessoal, pois ao longo dos quase 30 anos de modalidade que tenho, com jogador desde os 9 anos e agora a quase 20 anos como treinador, sinto que aprendi e devo muito da minha personalidade e maneira de estar ao voleibol e ao convívio com as pessoas. Por isso façam do voleibol a sua 2ª família e tenho a certeza que serão melhores indivíduos na sociedade.

2ª Divisão Nacional Masculina - Zona Açores: 1ª e 2ª Jornadas

ADRE Praiense x CD "Os Marienses" (Época 14/15 - Foto de: Roberto Moura)
No passado fim-de-semana deu-se início à 1ª Fase do Campeonato Nacional Masculino da 2ª Divisão - Zona Açores.

Na Ilha Terceira, a ADRE Praiense arrancou dois importantes e suados triunfos na recepção ao CD "Os Marienses".
No Sábado, a formação da Praia da Vitória levou a melhor ao fim de 5 sets, após triunfar na negra por 15-13.
No Domingo, e apesar de ter cedido o segundo parcial, a ADREP não permitiu que a equipa adversária esboçasse uma reacção como no dia anterior e venceu por 3-1.
Clube K entra com o pé direito na competição (Foto de: Carlos do Carmo)
O destaque da jornada ia para o embate entre Clube K e Antigos Alunos, dois dos principais candidatos a conquistar esta prova.
Na recepção aos detentores do título, os comandados de Carlos Silveira rubricaram duas grandes exibições e triunfaram por duplo 3-0 sem contestação.


As equipas do Futebol Clube Calheta e Clube Desportivo Ribeirense alteraram os jogos entre si, da 1ª e 2ª jornadas para o próximo fim de semana de 28 e 29 de Novembro de 2015.

Resultados da jornada:
1ª Jornada - 07/11/2015
ADRE Praiense 3x2 CD "Os Marienses" (25-18 / 25-27 / 25-20 / 20-25 / 15-13)
Clube Kairós 3x0 AA Alunos (25-12 / 25-21 / 25-19)
FC Calheta x CD Ribeirense (28/11/2015)

2ª Jornada - 08/11/2015
ADRE Praiense 3x1 CD "Os Marienses" (25-12 / 18-25 / 25-13 / 25-18)
Clube Kairós 3x0 AA Alunos (25-14 / 25-14 / 25-21)
FC Calheta x CD Ribeirense (29/11/2015)

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Vitória importante para as aspirações do Ribeirense

Realizou-se no passado fim-de-semana a 7ª Jornada da 1ª Fase da 1ª Divisão Nacional Feminina.

O Clube Desportivo Ribeirense somou a sua segunda vitória consecutiva na competição, o que lhes permitiu ascender à 10ª posição, em igualdade pontual com o Castêlo da Maia e a apenas 3 pontos de distância do 7º lugar.


A jogar pela segunda semana consecutiva em casa, as Picarotas albergaram recepção ao Sporting de Braga.

A equipa do Pico entrou melhor no encontro, denotando sobretudo maior confiança nas suas acções individuais e colectivas, e acabaram por fechar o primeiro set com uns confortáveis 25-18.
As visitantes reagiram bem e fizeram algumas correções, levando de vencida o segundo parcial por 18-25.
O 1-1 no encontro mantinha tudo em aberto, mas o Ribeirense não se deixou abalar.
Ponto após ponto, a equipa da casa foi ganhando vantagem no resultado e acabou por conseguir fechar os dois sets seguintes por 25-21 e 25-19, respectivamente, e o encontro por 3-1.

No próximo fim-de-semana, novo jogo em casa com recepção ao CF Belenenses.

Resultados da jornada:
7ª Jornada – 07 e 08/11/2015
CD Ribeirense 3x1 SC Braga (25-18 / 18-25 / 25-21 / 25-19)
CF Belenenses 3x2 AE Pedro Eanes Lobato (25-18 / 21-25 / 26-24 / 19-25 / 15-12)
Porto Vólei 2014 3x0 GDC Gueifães (25-14 / 25-15 / 25-22)
Leixões SC 3x0 Atlético VC (25-22 / 25-22 / 25-21)
GC Santo Tirso 0x3 Lusófona VC (14-25 / 22-25 / 19-25)
Castêlo da Maia GC 1x3 Boavista FC (15-25 / 9-25 / 25-17 / 21-25)

Fonte do Bastardo com triunfo claro na recepção ao Madalena

Foto de: Carlos do Carmo
Realizou-se no passado fim-de-semana a 7ª jornada da 1ª Fase da 1ª Divisão Nacional Masculina.

A Associação de Jovens da Fonte do Bastardo teve uma jornada tranquila na recepção ao Atlântico da Madalena.

A formação da Praia da Vitória derrotou com facilidade o seu frágil oponente e os números dos sets falam por si e confirmam a esmagadora supremacia da equipa da casa.
Vitória pela margem máxima, 3-0, com os parciais de 25-21, 25-11 e 25-18.

Na próxima jornada, os comandados de Alexandre Afonso voltam a jogar em casa, desta feita, diante do Académico de Espinho.

Resultados da jornada:
7ª Jornada - 07/11/2015
AA São Mamede 3x0 Esmoriz GC (25-14 / 26-24 / 25-19)
SL Benfica 3x0 Vitória SC (25-17 / 25-13 / 25-13)
Leixões SC 3x2 GC Vilacondense (25-23 / 28-26 / 20-25 / 25-27 / 15-13)
AJ Fonte do Bastardo 3x0 CA Madalena (25-21 / 25-11 / 25-18)
AA Espinho 0x3 SC Espinho (20-25 / 23-25 / 16-25)
Castêlo da Maia GC 3x0 SC Caldas (25-17 / 25-16 / 25-10)

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

À Conversa com... Octávio Bettencourt

Estivemos à conversa com um dos responsáveis/treinadores da equipa Sénior Masculina do Futebol Clube da Calheta, que nos falou do balanço da época passada, das perspectivas para a época que se avizinha e do que se torna necessário para o desenvolvimento da modalidade na Ilha de São Jorge.
Que balanço faz do Campeonato Regional realizado pela sua equipa na época transacta, que culminou com o título de campeão dos Açores e respectivo Apuramento para a 2ª Divisão Nacional – Zona Açores?
Pode se dizer que foi um campeonato bastante aceitável, umas vez que vencemos todos os jogos, apesar de nos últimos já começar a aparecer algum cansaço. 

Qual a chave do sucesso?
Como sempre a chave do sucesso é o trabalho, assim como a qualidade do plantel.

Quais os objetivos para a época que se avizinha?
Claramente a manutenção.

Tem o plantel que deseja para atacar esta Zona Açores?
Temos o plantel que é possível, a equipa é praticamente a mesma e apresenta alguma qualidade. Não há possibilidades para se entrar em loucuras financeiras e se trabalharmos bem, temos qualidade para garantir os nossos objectivos.

Com a falta de competição em séniores na ilha de São Jorge torna-se difícil a preparação da época que se avizinha. Como tem sido feita a abordagem para contrariar tal facto?
Obviamente que essa é uma realidade que nos afecta desde sempre. Infelizmente tem sido feita como nas épocas anteriores, treinos e jogos com as equipas da casa.

Para a primeira jornada do Campeonato, a sua equipa receberá o Ribeirense. O que espera deste jogo? É o começo que desejava?
Já não será o primeiro jogo uma vez que este foi adiado. Mas o Ribeirense será um adversário a respeitar, pelas épocas que tem vindo a fazer. Assim como todas as outras equipas também tem de ser respeitadas.

Na sua opinião quais os principais candidatos à conquista desta Zona Açores?
O Clube K, visto que vem com outros níveis de competição e qualidade. Não esquecer também os Antigos Alunos que fizeram uma excelente prestação e certamente que vão tentar defender o título.

O que se torna necessário para o desenvolvimento do Voleibol na ilha de São Jorge?
É sempre difícil por sermos um meio mais pequeno, embora tenhamos apresentado alguns resultados ao longo dos últimos anos. Desde Infraestruturas a apoios aos clubes há muitas coisas mais que podem sempre ajudar no desenvolvimento da modalidade.

Para terminar uma mensagem aos leitores e amantes da modalidade.
Fica apenas a mensagem de quem para mim é o melhor técnico de voleibol do mundo.
“É importante ter metas, mas também é fundamental planejar cuidadosamente cada passo para atingi-las.” - Bernardinho

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Ribeirense conquista primeira vitória no Campeonato

Realizou-se no passado fim-de-semana a 6ª jornada da 1ª Fase da 1ª Divisão Nacional Feminina.

O Clube Desportivo Ribeirense alcançou a sua primeira vitória nesta 1ª Fase do Campeonato Nacional.

Num jogo entre últimos classificados, foram as Picoenses que tiveram mais motivos para sorrir.
As comandadas de Paulo Pardalejo fizeram valer o seu estatuto e, perante o seu público, bateram sem grandes dificuldades o GC Santo Tirso pela margem máxima, 3-0.

Na próxima jornada, o Ribeirense volta a jogar em casa, desta feita, diante do SC Braga.

Resultados da jornada:
6ª Jornada – 31/10 e 01/11/2015
CD Ribeirense 3x0 GC Santo Tirso (25-11 / 25-23 / 25-23) 
CF Belenenses 0x3 Atlético VC (10-25 / 16-25 / 16-25)
GDC Gueifães 1x3 SC Braga (17-25 / 15-25 / 25-14 / 25-27)
AE Pedro Eanes Lobato 3x1 Lusófona VC (14-25 / 25-20 / 25-23 / 25-23)
Porto Vólei 2014 3x0 Boavista FC (25-15 / 25-14 / 25-15)
Leixões SC 3x0 Castêlo da Maia GC (25-13 / 25-10 / 25-19)